terça-feira, 31 de maio de 2011

“Não é o bastante ver que um jardim é bonito sem ter que acreditar também que há fadas escondidas nele?”

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Bullyng, Bully, Bull, bul, BU!

Vamos falar da sensação do momento, o Bulling. Bom, nem preciso dizer o que é, acho que todos sabem. Mas por via das duvidas…

Bulling é todo tipo de agressão sofrida na escola (e hoje em dia até no trabalho e outros lugares) física ou psicológica, e repetitiva, com freqüência.

O bulling é um problema real, e que deve ser trabalhado. Entretanto, recentemente criou-se um hábito de tornar todo incidente escolar, vítima do bulling.

Com todo o conteúdo norte-americano que temos, podemos perceber que o bulling é um problema real lá. No primeiro dia, o aluno é chutado, empurrado, trancado em armários, colocado em vasos, etc. É mais do que óbvio que o bulling existe aqui também, mas não nessa agressividade e força que vemos em outros lugares.

O problema, é que a abordagem feita pelo “sistema anti-bulling” é tão forte e pesada, como se o bulling aqui fosse pesado como lá fora. No meu ver – e posso estar errado ou não, não sei – mas essa atitude “ATACAR BULLING, FORÇA TOTAL”, acaba mostrando e de certa forma ‘estimulando’ os agressores a partirem para esse novo tipo de abordagem, mas física, violenta e forte.

O bulling real no Brasil, é de certa forma mais social e psicológico, e com essa abordagem de bulling físico, acredito que estamos estimulando e ajudando a criar novos tipos de agressores, mas violentos que os atuais.

Comentem sua opinião, nesse e nos outros posts. Vamos discutir os assunto.

I’m Slave 4 U

Piadas com a musica da Britney a parte, o assunto é sério. Escravidão.

Particularmente, e não porque sou mestiço, acho que a maior mancha e desgraça da humanidade foi (ou ainda é) a escravidão – não que tenhamos outros problemas concorrendo com ela, mas ela nada é tão desumano.

Primeiro, temos os escravos de guerra, que existem desde os primórdios da humanidade, e que são tão “bem citados” em textos históricos ou “sagrados”. Esse tipo de escravidão é tão inadmissível quanto qualquer outra. Entretanto, é antropologicamente compreensível.

Não me apedrejem, posso explicar. Era um sistema de vitória, que o vencedor da guerra ganhasse todos os bens dos derrotados. Estavam, cientes disso e lutavam também para evitar isso. Ainda assim é um sistema injusto e incorreto, desumano, nojento e prepotente.

Agora vem a mais conhecida e mais nojenta de todas, a escravidão negra. Imagine: Você está em casa, com seus pais, seus irmão, tranquilo. De repente, homens armados então na sua casa, pegam todos de sua família, os divide em diversos aviões, junto com estranhos de vários lugares (Argentina, Canadá, Holanda, etc…) e os leva pra um outro lugar, onde você não fala a língua de ninguém, e é forçado a trabalhar dia e noite, em lavouras, metalúrgicas e outros trabalhos pesados, sem receber o mínimo de condição de vida e nenhum pagamento.

Bom, se você imaginou isso, acredite, você nem chegou perto do sofrimento que os escravos passaram. Eles vinham amontoados em navios, que não davam nenhuma condição de sobrevivência, eram torturados e massacrados como animais – apesar de nunca ter visto tais maus tratos em animal algum.

Você acha isso correto? Se sim, você é nojento (no mínimo que eu posso dizer). Eu duvido que alguém pense assim, mas como hoje em dia não se sabe de nada mais…

E não me venha com o papinho de: é uma questão da época. Em época nenhuma é aceitável ser dono de um outro ser humano. Eu disse que os escravos de guerra são compreensíveis, o fato de se tornarem escravos, mas não torna a situação melhor.

Acho que é bom lembrarmos as atrocidades que nós, seres humanos, somos capazes. Quem sabe assim, evitamos cometer os mesmos erros novamente.

Vou fazer um outro texto sobre o assunto, então esperem. =)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

A fuga dos padrões

Acredito que esteja mais do óbvio no assunto “Felicidade”, que ela é o ápice do ser humano, a grande busca da vida, o que motiva o nosso dia-a-dia.

A partir disso, é possível discursar sobre como alcançá-la. Dizer que a felicidade é “ter”, me tornaria um “porco capitalista” ou “burguesinho”, e traria, ao meu ver, falhas de caráter e de alguns valores pessoais.

Dizer que a felicidade mora só no “ser”, seria estupidez da minha parte, já que sem-teto, calça rasgada e estômago vazio, só traz tristeza e doença.

Nesse momento, pode-se ter a falsa impressão de que a resposta está no meio termo, o equilíbrio perfeito. No meu ver, essa afirmação é tão prepotente quanto as outras, pois qualquer uma delas, limita a felicidade a um padrão.

A felicidade não é padronizada, não é uma constante. A felicidade de um é a maior desgraça do outro. A felicidade não é absoluta, ela é mutável, e é o cúmulo da arrogância humana padronizarmos a felicidade a sistemas pré-estabelecidos. O que traz felicidade hoje, amanhã pode não trazer mais.

Talvez minha visão de felicidade seja a mudança geral da sociedade, a nova maneira de ser feliz. Ou talvez seja só mais uma forma de padronizá-la.

Tudo bem, não me importo, pois essa visão me traz felicidade, a MINHA felicidade.

Texto da minha redação escolar.

Sem duvida o meu vale mais!

Não, não vou falar do meu incrível ego inflado, e sim sobre caráter, moral e ética.

Muitas pessoas, principalmente religiosas, costumam levar a moral e o caráter da instituição que pertencem, da religião, etc. Mas já perceberam como elas engolem qualquer coisa que lhes é oferecida, sem sequer questionar?

A falta do já falado “Filtro Mental”, leva algumas pessoas a simplesmente seguir o que o grupo prediz, e ignorar seus próprios conceitos e suas próprias crenças. Porque não põe a mão na cabeça e pensa, porque eu odeio tal grupo, tal raça, tal religião?

Muitas vezes nem sabemos porque não gostamos de algo, mas simplesmente vamos odiando, já que sempre foi assim. No final, você acaba excluído pessoas, tirando direitos de outras, e sendo um perfeito estúpido.

Eu já disse isso aqui uma vez, e digo de novo, pense por você mesmo, filtre e veja o que você acha, não o que seus pais te disseram pra achar ou o que a sua religião manda você acreditar.

Sermos pessoas de opiniões própria é o primeiro passo para uma sociedade mais igualitária e justa.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Preconceito

Hoje ouvi uma frase da minha professora FODA de sociologia ( a ex de história). Não lembro bem as palavras, mas era algo do tipo ‘quando algo é dito sobre o outro e não te atinge, não é preconceito. Mas quando o comentário atinge a sua ferida, ai vira preconceito’.

De inicio eu concordei com ela instantaneamente – e ainda concordo – mas eu pensei, quantas vezes eu fui preconceituoso só porque algo não me atingia, ou pior, quantas vezes eu considerei algo bobo super preconceituoso só porque me atingia?!

As vezes a gente acha que entende uma coisa, mas sempre tem uma lição nova para aprender. Por mais obvio que me pareceu quando a professora falou isso sobre o preconceito, eu vi que não vivia de acordo com essa idéia.

Acho que a necessidade de escrever era maior que a capacidade, então é isso, valeu.

Otimismo

Alguns, inclusive eu mesmo, nunca esperava me ouvir dizendo isso, afinal, me baseio muito em fatos e sou o tipo “cientifico”. Mas acredito que o otimismo, mesmo quando as possibilidades parecem remotas e difíceis, não podemos desanimar.

Hoje eu vejo o estado da política no nosso país. As pessoas perderam o animo de votar e de participar do processo democrático porque o sistema é corrupto e cheio de falhas.

Eu acredito que a tendência é só piorar, caso as pessoas não acreditem que possa mudar, que ELAS MESMAS podem mudar. Mesmo eu não sabendo quem lê esse blog (talvez ninguém, um ou dois), eu acredito que eu posso fazer a diferença, e cada um de nós, cidadãos devemos acreditar nisso. Quando perdemos a esperança em nós mesmos, nossa vida e dignidade acabou.

Você vota? Então você pode mudar esse país! Você pensa? Você pode mudar esse país! Você acredita que pode mudar algo? Não??! Então esquece, você jogou seu poder no ralo.

sábado, 21 de maio de 2011

Sociedade de consumo

Eu sei que é bem óbvio, mas hoje nós vivemos numa sociedade de consumo. Não importa mais quem nós somos, no que nos acreditamos, quem nós queremos ser, e sim o que temos.

Essa característica da sociedade de consumo é muito conhecida, da briga ser X ter. Mas existe um outro aspecto que normalmente não é visto, é o aspecto do egoísmo.

Ontem mesmo eu estava falando que certos hábitos egoístas não fazem tão mal, e que são de certa maneira necessários. A grande questão é que hoje ninguém é capaz de se fazer útil ou necessário ao próximo a não ser que isso lhe traga alguma coisa em troca.

O que custa você ser gentil e agradecer a pessoa que lhe serviu, a que lhe deu o pão, a que te deu licença. Ou o que lhe custa segurar a porta pra próxima pessoa passar, agradecer quando ela fez algo, mesmo que seja o trabalho ou obrigação da pessoa?

Pode parecer meio estupido, mas a pessoa pode estar tendo o dia do Diabo, e você, com um simples ato, pode dar um momento de felicidade no dia da pessoa. A felicidade pode nem ser duradoura, mas é um momento, que pode marcar a pessoa.

O seu ato pode muito bem levar alguém a ter um ato bom também. Se todos fizessem essas pequenas ações, ajudaria muito a convivência e melhoraria muito o humor das pessoas.

O clipe da banda country Lady Antebellum, “Run to you” mostra bem  essa ideia de gentileza-gera-gentileza:

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Sing it for the world

Sociedade corrupta, mídia manipulada, povo alienado. Eu sei que já bati nessa tecla milhões de vezes aqui, mas eu acho que quem sabe batendo com força, entra alguma coisa?! – Eu sei, duplo sentido mode on, sem querer.

Bom, como já disse no último post, ainda acho que as pessoas devem pensar por conta própria. Não adianta dizer que faz isso facilmente. Vivemos num mundo onde as informações são controladas e manipuladas, e isso nem é tão distante ou impossível de se provar. Basta assistir a Globo e a Rede Record. Ambos os canais podem apresentar uma mesma notícia nos seus telejornais, entretanto você consegue facilmente perceber como as notícias de ambas são falhas em vários aspectos (principalmente durante eleição ou tumultos religiosos).

O jornal foi apenas um exemplo de que as “Teorias da Conspiração” que existem aos montes, não são de todo mentira – mas continuam tendo pouco de verdade.

A mídia é controlada, fato. Pois isso, pense. Os filmes, novelas, jornais, programas são todos escolhidos por um mesmo sistema, logo todos podem ser facilmente controlados e moldados ao mel prazer. Não estou dizendo que devemos deixar de assistir TV, ver filmes, séries e novelas, só que precisamos de algo muito importante para assistir isso, e tudo mais o que lemos – inclusive esse blog. Como um amigo meu disse, precisamos de um “Filtro Mental”. Óbvio? Nem tanto.

É fácil falar que filtra o que vê, mas o simples fato de aparecer alguém que argumenta bem mudar sua opinião, não é ser alguém que filtra, é ser pseudo-inteligente. Um bom argumento, para mudar uma opinião, deve vir baseado em evidencias, e mesmo assim não significa uma conclusão definitiva – a não ser que esteja resolvendo um crime, ai só a evidencia basta =D.

Nossa geração se preocupa tanto com coisa bobas e fúteis – e que são necessárias, pois sem elas seriamos todos nerds* chatos, que não mudariam o mundo, só encheriam o saco. Entretanto a final do BBB é mais importante que as decisões políticas do seu país.

No título desse post, coloquei um trecho de uma musica do My Chemical Romance, que é bem um “Estimulante Social”. Vale a pena ouvir – ah, recomendo a versão do Glee.

* Nada contra os nerds, afinal sou um. Mas fala sério, tem uns níveis de nerdisse… kkkkkkkkk’