Quando foi a última vez que você leu? E qual livro você leu? Não é de se espantar que em um país onde a grande maioria da população não se lembra das respostas, os índices de pobreza e violência estejam tão altos, em contraponto da economia e do PIB que se destacam no cenário internacional.
Não é de hoje que sabemos que leitura é conhecimento. Desde primórdios das civilizações (egípcias, extremo-orientais, euro-ocidentais) uma noção básica é: capacidade de leitura é valioso, e tem um poder incalculável a ponto de causar temor nos governantes. E por isso mesmo, pouquíssimas pessoas sabiam ler, e essas geralmente eram ricas e poderosas, com fácil acesso ao poder.
Além de desenvolver o conhecimento formal, a leitura, que nos transporta para incríveis mundo e nos força a imaginar enormes cenários e situações, estimula a criatividade. Sabe-se que crianças e adultos com mais horas de leitura, são capazes de lidar melhor com situações inesperadas e são muito mais criativos com elas.
Entretanto, a maior afirmação a favor da leitura, se mostra em fatos. A maioria dos países desenvolvidos tem uma média de leitura anual, de 100% a 150% maior que a do Brasil, que luta para alcançar seu 4,7 livros por ano. Basta contrastar esses valores com os níveis de discrepancia social, e ficará claro que a leitura tem um valor enorme nesse assunto.
Cabe a nossa sociedade orientar-se e orientar os mais jovens, escolher pela leitura e abrir mão de trinta minutos ou uma hora do dia para que a leitura se torne parte do cotidiano. E como insentivo, basta lembrar que ela nos permite viajar por maravilhosos mundo, e que a leitura proporciona de bem não só pessoal, mas para a sociedade em sí.
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